sexta-feira, 27 de maio de 2011

82- Sobre afinação e pinguins...



Penso que a Música é um importante meio de comunicação e expressividade entre você mesmo, entre as pessoas e/ou entre o músico e o meio em que ele vive, e que a afinação é mais um condicionamento musical, só que com um objetivo bem amplo: facilitar a compreensão da música.

Embora eu pense que a Música sirva para o seu “eu” se entender melhor, acredito também na função social dela e que, um dia, você ainda tocará para alguém, mesmo que não queira.

Você pode dizer que está se lixando para o mundo e que só toca para você mesmo e para mais ninguém e, ainda assim, estará usando a Música para demonstrar alguma coisa.

Ex: mesmo que você se tranque no quarto, para que ninguém interfira no seu momento pessoal de fazer música, você estará transmitindo às pessoas o seu desejo de ficar só, e isso é uma forma de se comunicar, de expressar os seus sentimentos.
E se o som vazar, você poderá também transmitir outros sentimentos, até bem mais “musicais”, às outras pessoas -à sua revelia, é claro- principalmente se esse som estiver afinado.

O mesmo acontece se você quiser ir para a Patagônia tocar para os pingüins: com essa atitude, você estará dizendo às pessoas que você quer ficar só e/ou conhecer novos lugares e/ou que precisa de paz, e concretizará esses desejos quando estiver fazendo música para a bicharada, muito embora eu ache que o público, por ser menos especializado, não dará a mínima para a sua afinação. Êba!!!

Bem, mas o jeito é encarar de frente o problema da afinação, até porque, viajar com o acústico para a Patagônia para poder tocar desafinado livremente para os pinguins é coisa de excêntrico rico.
Você já imaginou o que teria acontecido com música brasileira se o João Gilberto tivesse ido cantar “Desafinado” só para os pingüins?
Por outro lado, penso que exportar alguns cantores e duplas de cantores para a Patagônia...ãhn-ãhn... Deixa para lá...

Agora repare uma coisa: mesmo que você toque trancado num quarto ou isolado numa reserva ecológica na África, você sempre tentará tocar afinado, dentro dos padrões de afinação que você conhece.

Mesmo que você nessas horas se desligue do mundo e ligue a teclinha do efe-se para a afinação, ela apitará naquela passagem que soar “esquisita” para você porque, no que se refere à afinação, a gente procura tocar como está acostumado a ouvir.

Na hora em que você escorrega a mão para executar músicas ocidentais e toca o que vier, fazendo valer todo o seu passado árabe ou a sua admiração pela música indiana, pode ter certeza de que foi um momento experimental e/ou esporádico, porque a sua memória musical não deixará isso se tornar constante.

Dificilmente, você conseguirá completar o seu propósito expressivo de transmitir alguma emoção específica ao tocar para outras pessoas, se o fizer completamente desafinado, e aí a sua tentativa de comunicação será modificada nesse momento.
Ex: numa música lenta e expressiva, na qual você quer expressar nostalgia, você também pode, com sucessivas desafinações, se tornar motivo de risada ou de preocupação constante do público com a sua execução.

A afinação é uma das formas de aprimorar o que a Música faz, essa "sintonia" com você mesmo, com as pessoas e/ou com o meio ambiente, mas o interessante é que ela busca o que ela mesma é: uma sintonia das notas.
Resumindo, a afinação é o constante aprimoramento da... afinação!

Daí a importância do “condicionamento” da afinação ser paralelo ao estudo da Música e/ou do instrumento.


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81- Sobre afinação: Uma mesma palavra ou expressão para diferentes direções...



O contrabaixo acústico é um instrumento sem trastes (traste se fosse bom, não teria esse nome, certo?).
Isso quer dizer que a afinação é feita nota por nota. O mesmo acontece com o violino, a viola e o violoncelo.

Ao começar o estudo do contrabaixo, o estudo da afinação acontece em paralelo.

Primeiramente, aprendemos a colocar os dedos nas cordas.
Até a forma da mão se definir, é necessário que o(a) professor(a) ajuste a afinação do(a) aluno(a) constantemente. Com o tempo, espera-se que esses ajustes sejam menos frequentes.

Nessas horas, "ponha o dedo mais para trás", "abra mais os dedos", "afine", são expressões corriqueiras.

Agora, quando se ouve "está alto", isso quer dizer que a afinação está alta, ou seja, que a nota está mais aguda do que deveria, e não que seja para abaixar o ombro naquele momento.

Quando se ouve "está baixo", isso quer dizer que a afinação está baixa, ou seja, que a nota está mais grave do que deveria, e não que seja para você deixar de ficar troncho no contrabaixo, pelo menos, não nessa hora...

Quando se está "alto", é preciso deixar a nota mais baixa (grave) para que ela fique afinada. Então a gente "desce" a afinação indo com o dedo mais para trás.

Até aí isso é bem simples de entender, só que quando a gente anda "para trás", a gente está indo com a mão para a parte mais alta do instrumento (em direção à voluta), ou seja, a nota “abaixa”, mas a mão está “subindo”.

Isso parece complicado, mas depois a gente acostuma: a afinação desce quando a mão vai para cima do contrabaixo (em direção à voluta).

A afinação sobe quando a mão vai para baixo do contrabaixo (em direção ao cavalete).


Conclusão inicial: Dependendo do ponto-de-vista, a gente pode descer para cima e subir para baixo, entendido?

Exemplo: numa escala de Dó Maior, dó-ré-mi-fá-sol-lá-si-dó, o movimento é ascendente, porque as notas estão subindo, certo?
Só que no instrumento, a sua mão esquerda (em movimento) estará "descendo" (indo para a parte mais aguda) e as posições estarão subindo (1ª, 2ª, 3ª, etc.).

Na mesma escala de Dó Maior, dó-si-lá-sol-fá-mi-ré-dó, o movimento é descendente, porque as notas estão descendo, ok?
Só que no instrumento, a sua mão esquerda (em movimento) estará "subindo" (indo para a parte mais grave) e as posições estarão descendo (5ª, 4ª, 3ª, etc.).

Conclusão final: ao ouvir "tá alto", desça a afinação, levando a mão para trás. Com isso você ABAIXA a afinação. Para efeito de afinação, você estará indo com os dedos “para trás”, mas para execução de uma sequência de notas descendentes, você estará “SUBINDO” no instrumento.

Ao ouvir "tá baixo", suba a afinação, levando a mão para frente. Com isso você SOBE a afinação. Para efeito de afinação, você estará indo com os dedos “para frente”, mas para a execução de uma sequência de notas ascendentes, você estará “DESCENDO” no instrumento.

Dedo: “para trás” (aberto em direção à voluta) e “para frente” (aberto em direção ao cavalete), “para cima” (apontado em direção à voluta), “para baixo” (apontado em direção ao cavalete);
Notas: “alta” (está mais aguda do que deveria), “baixa” (está mais grave do que deveria);
Posições: “sobem” (conforme vão ficando mais agudas) e “descem” (conforme vão ficando mais graves);
Mão numa mesma posição: “para trás” (em direção à voluta) e “para frente” (em direção ao cavalete);
Mão em movimento: “sobe” (em direção ao cavalete) e “desce” (em direção à voluta).

Entender esses "direcionamentos" e "condicionamentos" é um passo importante para você desenvolver o "dialeto contrabaixístico" e não ficar perdido nem quando o professor se dirigir a você, nem quando você estiver conversando com outros colegas de instrumento, ou mesmo dando aulas, etc.
Isso pode demorar um tempinho a acontecer, mas você e o contrabaixo só têm a ganhar com isso...


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80- Sobre afinação...



Penso que todos os métodos servem para afinação, porque tocar afinado é um requisito básico.

Os métodos que trabalham as posições da mão esquerda são ótimos e específicos para isso, especialmente aqueles que têm estudos com as células rítmicas repetitivas, porque assim a mão direita não tem muito trabalho, e dá para dar bastante atenção ao ouvido. Ex: estudos só em colcheias, estudos só em colcheias pontuadas com semicolcheia, etc.

Os estudos de escalas também são excelentes para isso.
Comece com uma escala e faça dois ou três dedilhados para ela. Por exemplo: Si Bemol -
(3ª corda) sib (dedo 1), dó (4);
(2ª corda) ré (corda solta), mib (1), fá (4);
(1ª corda) sol (corda solta), lá (2), sib (4).
ou
(3ª corda) sib (dedo1), dó (4);
(2ª corda) ré (corda solta), mib (1), fá (1); sol (4), lá (2), sib (4).
ou
(3ª corda) sib (1), dó (4), ré (2), mib (4);
2ª corda) fá (1), sol (4), lá (2), sib (4).

Depois faça os intervalos de terças:
(sib, ré) (dó, mib) (ré, fá) (mib, sol) (fá, lá) (sol, sib dedo 4)) (lá dedo 2, dó dedo 4) (sib dedo 1, sol) (lá dedo 2, fá) (sol, mib) (fá, ré) (mib, dó) (ré- sib) (dó, lá) (sib).

Depois estude as quartas, tomando muito cuidado com o paralelismo dos dedos. Eles se movem acompanhando a curvatura do braço do contrabaixo, e não em linha reta, pois senão as notas das cordas mais graves soam "altas" (de afinação).

As quintas também são muito importantes. Nesses intervalos cuide para que o dedo 1 fique sempre apontado para cima (em direção à voluta do instrumento). Se você deixá-lo curvado para baixo (voltado para o dedo 2), a afinação dele vai estar sempre alta. Se você precisar tocar quintas duplas (duas notas juntas) então, se o dedo 1 não estiver para trás, não terá um só intervalo de quinta afinado.
.
Daí faça as sextas, sétimas e oitavas.

Observações importantes:
a) Não faça tudo de uma vez só, para não sobrecarregar os seus braços e mãos;
b) Faça intervalos de 10 minutos a cada 50 minutos de estudo;
c) Quanto mais repetitivo for o estudo (no caso dos estudos com ritmos regulares) mais cuidado você terá que ter com seu braço direito e sua mão direita;
d) Quanto mais você precisar repetir o intervalo com a mão esquerda, seja para afinar, seja para memorizar melhor a distância, seja para treinar a mudança de posição, mais cuidado você terá que ter com seu braço esquerdo e sua mão esquerda.


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79- Contrabaixo & carro - regra importante...



Nunca deixe seu contrabaixo acústico sozinho no carro!

Caso 01: Há muitos anos, um aluno de contrabaixo deixou seu contrabaixo dentro de um fusquinha, em frente ao prédio onde ele morava (Copacabana), e subiu rapidamente para pegar sei-lá-o-que que ele havia esquecido no seu apto.
Quando ele desceu, tinham levado o contrabaixo... e mais o arco e... até a resina...

Caso 02: Em 2008, um contrabaixista profissional do interior de São Paulo, deixou mais uma vez seu contrabaixo acústico dentro do carro, em frente à escola de música onde ele dava aula, uma rotina de anos. Foi a última vez: quando ele voltou o contrabaixo tinha sido roubado e o vigia ainda disse que nada viu (?)...

Para que isso não aconteça com você, pense sempre que o contrabaixo pode ser um instrumento pouco portátil, mas muito versátil:
a) Romântico - adora ser convidado para jantar naquele restaurante especial pós-concerto ou show, na sua companhia e na daquela sua companhia, num agradável programa a três...
b) Sociável - adora ser convidado para jantar naquela churrascaria lotada naquele pós-concerto ou show da sua orquestra ou banda...


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78- Contrabaixo & carro - detalhes tão pequenos de nós dois ou três...



Na hora de levar um contrabaixo para passear no carro dos outros (táxi, carona, etc.), pense em algumas coisitas:

1) Deixe a história de que os opostos se atraem para os românticos e alienados da vida, porque contrabaixo grande entra mais fácil em carro grande. Mas se para aquele seu contrabaixo enorme, todos os corsinhas da rua insistirem em passar, resista e não faça sinal;

2) Da mesma forma, deixe o pensamento do “inversamente proporcional” para as aulas de matemática, porque ele só funciona de uma forma: contrabaixo pequeno para carro grande, certo?

3) Noções básicas de etiqueta: carona com o contrabaixo, se possível, somente a aceite se você for SOZINHO com o motorista. Se o carro for do tipo perua, somente a aceite com o motorista, o co-piloto e você no banco de trás SOZINHO.

Exceções:
a) Duas pessoas no banco de trás: só se a vítima que sentará ao seu lado no carro for uma pessoa muito próxima, que não vá se importar de sair do carro com a roupa completamente amassada;

b) Duas pessoas no banco de trás: só se você for magro ou se a outra pessoa for magra, porque dois gordos só poderão ocupar o mesmo banco de carro com mais um contrabaixo, se um for no colo do outro;

4) Não se esqueça de abaixar bem o espigão do contrabaixo, para que o mesmo não arranhe o painel do carro (ao entrar com a voluta primeiro) ou machuque o motorista (ao entrar com o bojo primeiro);

5) Ao entrar com o contrabaixo pelo bagageiro (carros tipo “perua”), abaixe o banco de trás, porque o contrabaixo costuma “entalar” entre a distância desse banco sem abaixar e o teto do carro, na hora de passar o cavalete.


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77- Como colocar e tirar um contrabaixo do carro - parte 2



Procedimento “b”- como colocar o contrabaixo:
a) Abra a porta do co-piloto (a da frente, do lado do motorista);

b) Abaixe o encosto do banco do co-piloto para trás;

c) Se o contrabaixo for grande, abaixe um pouquinho o encosto do banco do motorista também;

d) Segure o braço do contrabaixo com uma das mãos e a outra na lateral dele. Entre com a voluta (cabeça) do contrabaixo de lado, com o cavalete virado para o vidro dianteiro do carro;
e) Entre com o corpo de contrabaixo conforme explicado acima, mas com ele "embicado" para cima, de forma que pareça que ele vai levantar vôo, deixando a voluta (cabeça) mais alta do que o bojo do instrumento o suficiente para passar por cima do encosto do banco do motorista;

f) Vá "virando" o contrabaixo em sentido anti-horário, ao mesmo tempo em que tenta colocar a voluta (cabeça) o mais para trás do carro que você conseguir, porque assim sobrará mais espaço para o bojo (corpo) entrar pela porta. Note que o instrumento de lado fica alto e que, na hora de passar o bojo pela porta, às vezes é preciso “forçar” delicadamente o bojo para baixo;
g) Faça o movimento acima até conseguir deixar o contrabaixo deitado de lado no banco, paralelo às portas laterais do carro, de forma que a voluta (cabeça) fique no encosto do banco do motorista e o bojo fique no assento do banco do co-piloto;

h) Se houver necessidade, suba o encosto do banco do motorista novamente;

i) Se houver mais necessidade ainda, passe o cinto de segurança pelo contrabaixo (não me lembro se isso é possível, porque carrego do outro jeito).

Tempo aproximado para a execução do procedimento: 10 segundos.

Procedimento "b"- como tirar o contrabaixo:

a) Abra a porta do co-piloto (a da frente, do lado do motorista);
b) Tire o cinto (se usado). Segure com uma mão o braço do contrabaixo e passe a outra mão na lateral dele;
c) Levante o contrabaixo "embicando-o", de forma que a voluta (cabeça) fique bem mais alta que o bojo (corpo) dele;

d) Vá passando a voluta (cabeça) por cima do encosto do motorista (sentido horário), ao mesmo tempo em que passa o bojo (corpo) pela porta do co-piloto. Note que o instrumento de lado fica alto e que, na hora de passar o bojo pela porta, às vezes é preciso “forçar” delicadamente o contrabaixo para baixo;
e) Puxar o contrabaixo na sua direção e tirá-lo do carro ainda "de ladinho".

Tempo aproximado para a execução do procedimento: 10 segundos.


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76- Como colocar e tirar um contrabaixo do carro - parte 1



Existem duas formas de se colocar o contrabaixo num carro:
a) com o bojo do instrumento para trás;
b) com o bojo do instrumento para frente.

Procedimento "a"- como colocar o contrabaixo:

a) Abra a porta do co-piloto (a da frente, do lado do motorista);

b) Abaixe o encosto do banco do co-piloto para trás;

c) Se o contrabaixo for grande, abaixe um pouquinho o encosto do banco do motorista também;

d) Segure o braço do contrabaixo com uma das mãos e a outra na lateral dele. Entre com o bojo (corpo) do contrabaixo de lado, com o cavalete virado para o vidro dianteiro do carro. Isso costuma assustar os motoristas, mas, se o contrabaixo não for grande, não há necessidade dele sair do seu banco para ajudar a manobra, certo?

e) Entre com o corpo de contrabaixo conforme explicado acima, mas com ele "embicado" para cima, de forma que pareça que ele vai levantar vôo, deixando a voluta (cabeça) baixa o suficiente para passar por baixo da porta do co-piloto;

f) Passe a mão que está na lateral do contrabaixo para as costas dele e vá "virando" de barriga para cima o contrabaixo, ao mesmo tempo em que você o vai passando por cima do encosto do motorista (movimento anti-horário). Direcione o bojo bem para trás do carro, para que a voluta entre facilmente;
g) Acomode o contrabaixo deitadinho de barriga para cima no encosto do co-piloto, com a voluta no lugar onde ficariam os pés do co-piloto, se ele não tivesse sido destituído da função para o seu contrabaixo poder passear de carro;

h) Se houver necessidade, suba o encosto do banco do motorista novamente;

i) Se houver mais necessidade ainda, passe o cinto de segurança pelo contrabaixo.

Tempo aproximado para a execução do procedimento: 10 segundos.

Procedimento "a"- como tirar o contrabaixo:

a) Abra a porta do co-piloto (a da frente, do lado do motorista);

b) Tire o cinto (se usado). Segure com uma mão o braço do contrabaixo e passe a outra mão nas costas dele;
c) Levante o contrabaixo "embicando-o", de forma que o bojo (corpo) fique bem mais alto que a voluta (cabeça). Na posição em que ele viajou isso já aconteceu, mas é necessário que fique acima do banco do motorista;
d) Vá passando o bojo por cima do encosto do motorista (movimento horário), ao mesmo tempo em que passa a voluta por baixo da porta do co-piloto;

e) Vá virando o cavalete para o lado do vidro dianteiro, ao mesmo tempo em que você vai "desentortando" o contrabaixo, até deixá-lo (ainda embicado com o bojo para cima) paralelo ao vidro dianteiro do carro;

f) Puxar o contrabaixo na sua direção e tirá-lo do carro ainda "de ladinho".

Tempo aproximado para a execução do procedimento: 10 segundos.


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